As vezes me da saudade. Mas não é uma saudade sofrida. É com um sorriso no rosto e com o coração apertado que me lembro de como foi gostoso te querer. De como era bom te esperar e de como me completa saber de você. Vem sem querer uma saudade das noites de mensagens e da cumplicidade construida pela vontade de fazer parte um do outro.
O meu desejo já foi ser imortal em seus pensamentos. Hoje eu só quero que o tempo não me faça esquecer do frio na barriga que sentia e que me deixe guardar o que foi bom. E como foi bom dormir e acordar sabendo que estavamos construindo uma história que parecia não ter fim.
Guardei o segredo de que te queria a todo instante e hoje percebo o quanto era evidente minha vontade.
Não acredito em despedidas e vejo que minha escolha talvez não tenha sido a certa.. Entre a dor e o nada escolhi ficar vazia.
E foi no vazio do meu sentir que pude me preencher de um novo querer. Foi percebendo o quanto eu sentia sua falta que percebi que não me contento só com o que passou e que a saudade não alimenta meu gostar.
Hoje descobri um novo olhar e um sorriso diferente veio encontrar o meu e sem querer eu prendi a respiração. Te busquei na esperança de não ter fim. Mas sem querer as reticências foram desaparecendo e viraram ponto final.
A partir de agora e para sempre quero bocas murmurando enquanto se buscam na tentativa de provar o novo gosto desse querer.
Hoje
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quarta-feira, 19 de outubro de 2011
domingo, 16 de outubro de 2011
O que você quer ser quando crescer?
Quero ser sua...
Foi assim que souberam que estavam predestinados a ficarem juntos para sempre.
Será que realmente existe essa história de destino? Se existe será que quando a gente insiste e persiste em algo é o destino ou estamos desafiando ele?
Uma menina com lágrimas nos olhos me perguntou como se faz para esquecer. Respondi com outra pergunta. "Você quer realmente esquecer?"
Tirar da cabeça é fácil, basta querer. Procure apenas não pensar. Mas cuidado que o coração prega peças. Faz a gente pensar que já temos todas as feridas cicatrizadas e de repente sem pedir licença, os sentimentos que pareciam ter desaparecido deixam evidente que estavam apenas escondidos em algum canto da saudade adormecida.
Se durante o dia consigo me disvencilhar de pensamentos que me levam a lugares que não posso estar, a noite parece ser cruel e me faz sonhar com que, o tempo, já deixou claro que não vai se concretizar.
Do que você sente saudade?
Das histórias que já viveu ou das histórias que nunca viverá? Como é confusa a mente das pessoas inquietas...
Vivo pela metade tudo que sinto. Digo pela metade porque a outra parte não está comigo.
Tenho medo das minhas escolhas...
Escolha o que quiser...Sonhe com o que tiver vontade porque eu sempre estarei aqui, não importa sua escolha.
Foi assim que se deram conta de que um laço invisível os unia.
Cansei de procurar no chão, sendo que só consigo olhar o céu. O que marca a distância? Os kms que nos separam ou os pensamentos que já não são mais compartilhados?
O que significa significar tanto para alguém?
Acho que o destino e o acaso ficam brincando de bagunçar meus caminhos. Existem formas de se matar a vontade, mas não há fórmula para se conter o desejo.
A paixão faz parte da loucura ou é a loucura que faz parte da paixão?
Um gesto de ternura desmonta e o sorriso desajeitado me confunde entre a vontade de corresponder ou o desejo de não me envolver.
Fomos descobertos pela luz da manhã que já não é cumplice da nossa vontade. O que escrevo pode se perder com o tempo, mas o que sinto encontra formas de virar tatuagem em meu corpo.
Quero ser sua...
Foi assim que souberam que estavam predestinados a ficarem juntos para sempre.
Será que realmente existe essa história de destino? Se existe será que quando a gente insiste e persiste em algo é o destino ou estamos desafiando ele?
Uma menina com lágrimas nos olhos me perguntou como se faz para esquecer. Respondi com outra pergunta. "Você quer realmente esquecer?"
Tirar da cabeça é fácil, basta querer. Procure apenas não pensar. Mas cuidado que o coração prega peças. Faz a gente pensar que já temos todas as feridas cicatrizadas e de repente sem pedir licença, os sentimentos que pareciam ter desaparecido deixam evidente que estavam apenas escondidos em algum canto da saudade adormecida.
Se durante o dia consigo me disvencilhar de pensamentos que me levam a lugares que não posso estar, a noite parece ser cruel e me faz sonhar com que, o tempo, já deixou claro que não vai se concretizar.
Do que você sente saudade?
Das histórias que já viveu ou das histórias que nunca viverá? Como é confusa a mente das pessoas inquietas...
Vivo pela metade tudo que sinto. Digo pela metade porque a outra parte não está comigo.
Tenho medo das minhas escolhas...
Escolha o que quiser...Sonhe com o que tiver vontade porque eu sempre estarei aqui, não importa sua escolha.
Foi assim que se deram conta de que um laço invisível os unia.
Cansei de procurar no chão, sendo que só consigo olhar o céu. O que marca a distância? Os kms que nos separam ou os pensamentos que já não são mais compartilhados?
O que significa significar tanto para alguém?
Acho que o destino e o acaso ficam brincando de bagunçar meus caminhos. Existem formas de se matar a vontade, mas não há fórmula para se conter o desejo.
A paixão faz parte da loucura ou é a loucura que faz parte da paixão?
Um gesto de ternura desmonta e o sorriso desajeitado me confunde entre a vontade de corresponder ou o desejo de não me envolver.
Fomos descobertos pela luz da manhã que já não é cumplice da nossa vontade. O que escrevo pode se perder com o tempo, mas o que sinto encontra formas de virar tatuagem em meu corpo.
Você não gosta do meu ponto de vista, mas o que posso fazer? Eu não fui feita para ser aceita. Eu não sei de tudo que sei. Sou eu, eu mesma e mais ninguém. Na calada da noite percebo que o que é externo não me interessa. Ser forte não adianta era preciso ser de pedra e de pedra sei que não sou.
Não tenho molde e nem podem me moldar.
Cade aquelas flores e promessas? Esse é um mundo selvagem e eu sempre vou te lembrar disso.
Eu não sou daqui...não sou de lugar nenhum e também não sou de alguém.
Sou capaz de transformar minha dor em poesia. Um instante é muito pouco tempo para tudo que quero abraçar.
Tenho medo dessa segurança comoda que me amputa a alma. Queria não ter laços e viver sem rumo. O meu instinto é arisco. Se espero muito pelo momento deixo ele escapar.
Quer mais solidão do que esses corredores silenciosos?
Eu dou a chance, eu mostro o momento, mas eu não tenho culpa de o que o que eu preciso ninguém pode me dar.
É por medo de se perder que se perde e é por ter tanto a dizer que se cala.
Eu só peço para acreditar que meu destino eu mesma faço.
Grito palavras que tenho medo de nunca mais serem ditas. Será que vou esquecer o que sinto quando pronuncio seu nome? E se amanhã não chegar...será que vou ter espaço para guardar tanta lembrança?
Tire isso da cabeça e volte a contemplar as estrelas. O que você quer ainda não achou. Se tivesse achado não teria abandonado. Já é hora de assumir que nada te satisfaz.
Não tenho molde e nem podem me moldar.
Cade aquelas flores e promessas? Esse é um mundo selvagem e eu sempre vou te lembrar disso.
Eu não sou daqui...não sou de lugar nenhum e também não sou de alguém.
Sou capaz de transformar minha dor em poesia. Um instante é muito pouco tempo para tudo que quero abraçar.
Tenho medo dessa segurança comoda que me amputa a alma. Queria não ter laços e viver sem rumo. O meu instinto é arisco. Se espero muito pelo momento deixo ele escapar.
Quer mais solidão do que esses corredores silenciosos?
Eu dou a chance, eu mostro o momento, mas eu não tenho culpa de o que o que eu preciso ninguém pode me dar.
É por medo de se perder que se perde e é por ter tanto a dizer que se cala.
Eu só peço para acreditar que meu destino eu mesma faço.
Grito palavras que tenho medo de nunca mais serem ditas. Será que vou esquecer o que sinto quando pronuncio seu nome? E se amanhã não chegar...será que vou ter espaço para guardar tanta lembrança?
Tire isso da cabeça e volte a contemplar as estrelas. O que você quer ainda não achou. Se tivesse achado não teria abandonado. Já é hora de assumir que nada te satisfaz.
Quando recebi o e mail dizendo que seria a paraninfo de uma das salas que se forma esse ano, não pude conter a emoção. O que toca o coração do futuro? Não sei explicar ao certo o que vejo nos diversos rostos que me olham com atenção, ou não, nas manhãs de espectativas, frustações, risadas e criações.
Sei que o trabalho de um professor não acaba quando bate o sinal que alivia o momento de espera das crianças que querem correr livremente pelo pátio em que um dia eu também corri. Quando todas aqueles olhos que tanto gosto de decifrar me deixam na sala vazia fico a pensar em todas as informações que recebi e fico com medo. Tenho medo de me acostumar a esses olhares e não conseguir mais tentar entende-los.
Como ser o professor amigo e não o amigo professor? Como estabelecer um limite quase imperceptivel com os alunos? Não sei fazer isso. E será que deve existir tal limite? Digo o limite de envolvimento, porque sinceramente não me digam que o professor não pode se envolver porque para mim isso é tirar a vida de quem leciona.
Cresci muito próxima ao ambiente escolar, ainda hoje vejo tão próximo de mim minha avó que ainda tem saudade de sua época como educadora.
O fato de estar tão próxima dos meus alunos me dá o privilégio ou talvez o peso de saber demais sobre cada um deles e embora eu finja que o que eles me contam não choca, choca e muito. Imagino cada um deles como um filho que deixo solto no mundo pronto para viver as inumeras experiencias da vida, mas que com receio sei que muitos não vão voltar a me procurar.
Drogas, amores, rebeldias fazem parte da vida de qualquer adolescente, mas como fazer com que isso seja apenas passageiro e não deixe marcas tão grotescas em suas histórias?
Não, falar não adianta. As vezes quando falo sobre assuntos que embora sejam trabalhados constantemente nas escolas ainda seguem sendo tabus, sinto-me uma velha dando sermões e não uma mulher de 23 anos que recentemente passou pelas mesmas aflições destes adultos prematuros.
O jeito é mostrar, e ai entram minhas aulas. Não sou pedagoga e tão pouco tenho a pretenção de ser. Também não sou terapeuta e sei que me faltam estudos para lidar com a demanda de sentimentos que são atiradas em minhas aulas. O fato é que gosto de criar um refúgio distante do mundo que pede tanto o tempo todo. Em uma hora é difícil dar a atenção que gostaria de dar.
O teatro busca a forma de expressão e quanto a isso meus alunos não deixam a desejar a todo momento se expressam, gritam euforicos ou choram desconsoladamente. Cada um da sua forma está o tempo todo querendo dizer algo. Tem aquele mais quietinho que não se manifesta nunca, mas que pelo olhar doce sei o quanto diz e tem aquele mais extravagante que grita, quer ser o centro das atenções e do mundo. Para todos eles há um espaço nas aulas que muitas vezes são turbulentas.
O fato de conhecer muitos deles desde pequenos e ve-los agora escolhendo rumos que eu não seguiria para suas vidas me assusta. Sofro calada as mudanças que vejo transformarem olhares doces em olhares de rebeldia ou apatia. O engraçado é que me identifico de modo particular com cada um deles. Me comovem as aflições e diversas vezes me misturo de tal forma com eles que chego a me perder.
Existe em cada um deles um professor pronto para me dar uma aula de vida e me mostrar o quanto me falta entender, principalmente sobre meus próprios sentimentos.
Sei que o trabalho de um professor não acaba quando bate o sinal que alivia o momento de espera das crianças que querem correr livremente pelo pátio em que um dia eu também corri. Quando todas aqueles olhos que tanto gosto de decifrar me deixam na sala vazia fico a pensar em todas as informações que recebi e fico com medo. Tenho medo de me acostumar a esses olhares e não conseguir mais tentar entende-los.
Como ser o professor amigo e não o amigo professor? Como estabelecer um limite quase imperceptivel com os alunos? Não sei fazer isso. E será que deve existir tal limite? Digo o limite de envolvimento, porque sinceramente não me digam que o professor não pode se envolver porque para mim isso é tirar a vida de quem leciona.
Cresci muito próxima ao ambiente escolar, ainda hoje vejo tão próximo de mim minha avó que ainda tem saudade de sua época como educadora.
O fato de estar tão próxima dos meus alunos me dá o privilégio ou talvez o peso de saber demais sobre cada um deles e embora eu finja que o que eles me contam não choca, choca e muito. Imagino cada um deles como um filho que deixo solto no mundo pronto para viver as inumeras experiencias da vida, mas que com receio sei que muitos não vão voltar a me procurar.
Drogas, amores, rebeldias fazem parte da vida de qualquer adolescente, mas como fazer com que isso seja apenas passageiro e não deixe marcas tão grotescas em suas histórias?
Não, falar não adianta. As vezes quando falo sobre assuntos que embora sejam trabalhados constantemente nas escolas ainda seguem sendo tabus, sinto-me uma velha dando sermões e não uma mulher de 23 anos que recentemente passou pelas mesmas aflições destes adultos prematuros.
O jeito é mostrar, e ai entram minhas aulas. Não sou pedagoga e tão pouco tenho a pretenção de ser. Também não sou terapeuta e sei que me faltam estudos para lidar com a demanda de sentimentos que são atiradas em minhas aulas. O fato é que gosto de criar um refúgio distante do mundo que pede tanto o tempo todo. Em uma hora é difícil dar a atenção que gostaria de dar.
O teatro busca a forma de expressão e quanto a isso meus alunos não deixam a desejar a todo momento se expressam, gritam euforicos ou choram desconsoladamente. Cada um da sua forma está o tempo todo querendo dizer algo. Tem aquele mais quietinho que não se manifesta nunca, mas que pelo olhar doce sei o quanto diz e tem aquele mais extravagante que grita, quer ser o centro das atenções e do mundo. Para todos eles há um espaço nas aulas que muitas vezes são turbulentas.
O fato de conhecer muitos deles desde pequenos e ve-los agora escolhendo rumos que eu não seguiria para suas vidas me assusta. Sofro calada as mudanças que vejo transformarem olhares doces em olhares de rebeldia ou apatia. O engraçado é que me identifico de modo particular com cada um deles. Me comovem as aflições e diversas vezes me misturo de tal forma com eles que chego a me perder.
Existe em cada um deles um professor pronto para me dar uma aula de vida e me mostrar o quanto me falta entender, principalmente sobre meus próprios sentimentos.
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
O tempo anda querendo dar um tempo...
Eu gosto é desse jeito. Quando a gente acha que não vai mais dar certo volta a sentir borboletas no estômago. Minha vida tem trilha sonora. Escolho a melodia que me inspira a viver histórias. Nelas encontro momentos guardados em nós dois.
É impressionante como a caixinha da saudade fica bagunçada quando escuto músicas que me fizeram companhia nas minhas noites de espera.
Escrevo para juntas meus pedaços espalhados nas diversas pessoas que atravessam meu futuro. Não escrevo para ninguém, escrevo para mim.
Crio personagens e troco de papeis constantemente. Se ontem era beijada, hoje beijo. Se ontem era desejada, hoje desejo.
Se meu destino é andar na contramão não me importo. É indo no caminho oposto ao da multidão que consigo olhar nos olhos das pessoas.
Sou um livro aberto e estou parada no cápitulo que você deixou de ler. Era isso que você queria ouvir? Que não importa da onde paramos, nem o caminho que escolhemos essa história ainda não acabou?
Vou me perdendo em outros olhares conhecendo novas formas de gostar, mas ainda tenho meus desejos e planos. Junto o passado, presente e futuro e brinco de criar histórias secretas. Não quero ser lembrança do passado de ninguém.
Quando achar que não vai mais dar certo esse será o momento em que eu estarei novamente por perto.
Queria poder guardar o momento exato em que tudo muda. Quando a mão que antes era apenas uma mão passa a ser o mair desejo da pele.
O que acontece na fração de segundos em que de repende a gente prende a respiração e percebe que já não existe mais brincadeira?
Não quero sorriso, nem tão pouco olhares. Quero sentir a boca que sorri e entender o que tanto vê em mim que eu não consigo enxergar. Misturas meus sentidos e me perder na contradição de um jogo que ainda não acabou. Tudo para mim não basta. Eu quero ainda mais. Quero absurdos! Quero o tempo que o tempo tem tirado da gente.
Eu gosto é desse jeito. Quando a gente acha que não vai mais dar certo volta a sentir borboletas no estômago. Minha vida tem trilha sonora. Escolho a melodia que me inspira a viver histórias. Nelas encontro momentos guardados em nós dois.
É impressionante como a caixinha da saudade fica bagunçada quando escuto músicas que me fizeram companhia nas minhas noites de espera.
Escrevo para juntas meus pedaços espalhados nas diversas pessoas que atravessam meu futuro. Não escrevo para ninguém, escrevo para mim.
Crio personagens e troco de papeis constantemente. Se ontem era beijada, hoje beijo. Se ontem era desejada, hoje desejo.
Se meu destino é andar na contramão não me importo. É indo no caminho oposto ao da multidão que consigo olhar nos olhos das pessoas.
Sou um livro aberto e estou parada no cápitulo que você deixou de ler. Era isso que você queria ouvir? Que não importa da onde paramos, nem o caminho que escolhemos essa história ainda não acabou?
Vou me perdendo em outros olhares conhecendo novas formas de gostar, mas ainda tenho meus desejos e planos. Junto o passado, presente e futuro e brinco de criar histórias secretas. Não quero ser lembrança do passado de ninguém.
Quando achar que não vai mais dar certo esse será o momento em que eu estarei novamente por perto.
Queria poder guardar o momento exato em que tudo muda. Quando a mão que antes era apenas uma mão passa a ser o mair desejo da pele.
O que acontece na fração de segundos em que de repende a gente prende a respiração e percebe que já não existe mais brincadeira?
Não quero sorriso, nem tão pouco olhares. Quero sentir a boca que sorri e entender o que tanto vê em mim que eu não consigo enxergar. Misturas meus sentidos e me perder na contradição de um jogo que ainda não acabou. Tudo para mim não basta. Eu quero ainda mais. Quero absurdos! Quero o tempo que o tempo tem tirado da gente.
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
É assim que funciono ou sinto tudo ou não sinto nada. Liberdade liberdade, vem me buscar!
Eu e a vida vivemos brigando. Ela espera muito mais de mim e eu espero demais dela. E nesta luta para ver quem vence eu sinto que sempre saiu perdendo. Quero plantar carinho na sua história. Pode ser para sempre, pode ser só agora não importa, mas que aconteça...Pra mim é tudo tão claro, mas eu busco nos outros a aceitação para as minhas vontades. Acontece que elas não tem explicação e eu me perco na tentativa de tentar entender o que o outro quer me dizer quando diz que eu não quero nada.
Essa minha mania de dominar o que sinto me faz perder o que eu mais gosto, sentir.
Me olho no espelho e vejo uma mulher, mas na sua frente sou uma menina pedindo loucamente para que me ajude a crescer.
Outro dia uma dessas pessoas que parece ter a chave do meu destino cruzou o meu caminho sem que eu quisesse ou esperasse. O problema é que eu troco de fechadura a todo instante e quem ontem me tinha nas mãos hoje se perdeu no meu passado.
Viro para trás e lá está ele esperando para que eu volte e lhe de um beijo. Ah, se você soubesse que eu não vou voltar ainda sim esperaria para ver eu entrar novamente em meu mundo no qual você não faz parte?
Tenho fases, fases de precisar desesperadamente de alguém e fases em que sozinha me basto.
Eu escuto promessas de quem me quer, mas eu não me sustento de palavras. Gosto de gestos doces e fortes, de olhares meigos e avassaladores e principalmente adoro o compromisso que assumo comigo mesma quando digo que é de você que eu gosto e é com você que quero ficar.
Se antes eu me apegava no depois hoje o que eu quero é a experiência do agora. Deixa eu entrar em você por algum tempo. Eu não sou de pedir, mas é que eu preciso chegar aonde ainda ninguém chegou.
Sempre me dizem que escolho as pessoas erradas, quem sabe sejam elas as que mais me façam acertar.
Eu e a vida vivemos brigando. Ela espera muito mais de mim e eu espero demais dela. E nesta luta para ver quem vence eu sinto que sempre saiu perdendo. Quero plantar carinho na sua história. Pode ser para sempre, pode ser só agora não importa, mas que aconteça...Pra mim é tudo tão claro, mas eu busco nos outros a aceitação para as minhas vontades. Acontece que elas não tem explicação e eu me perco na tentativa de tentar entender o que o outro quer me dizer quando diz que eu não quero nada.
Essa minha mania de dominar o que sinto me faz perder o que eu mais gosto, sentir.
Me olho no espelho e vejo uma mulher, mas na sua frente sou uma menina pedindo loucamente para que me ajude a crescer.
Outro dia uma dessas pessoas que parece ter a chave do meu destino cruzou o meu caminho sem que eu quisesse ou esperasse. O problema é que eu troco de fechadura a todo instante e quem ontem me tinha nas mãos hoje se perdeu no meu passado.
Viro para trás e lá está ele esperando para que eu volte e lhe de um beijo. Ah, se você soubesse que eu não vou voltar ainda sim esperaria para ver eu entrar novamente em meu mundo no qual você não faz parte?
Tenho fases, fases de precisar desesperadamente de alguém e fases em que sozinha me basto.
Eu escuto promessas de quem me quer, mas eu não me sustento de palavras. Gosto de gestos doces e fortes, de olhares meigos e avassaladores e principalmente adoro o compromisso que assumo comigo mesma quando digo que é de você que eu gosto e é com você que quero ficar.
Se antes eu me apegava no depois hoje o que eu quero é a experiência do agora. Deixa eu entrar em você por algum tempo. Eu não sou de pedir, mas é que eu preciso chegar aonde ainda ninguém chegou.
Sempre me dizem que escolho as pessoas erradas, quem sabe sejam elas as que mais me façam acertar.
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Sempre fica muito por dizer. Já perdi as contas das vezes que calei quando tinha muito para falar. Quanto mais eu sinto menos eu falo. O mundo é cruel e injusto e me faz despedir de pessoas que não estou pronta para deixar.
Crescer doi. Principalmente quando as mudanças são impostas.
O que se faz quando seu sofrimento vai fazer o outro sofrer ainda mais?
Sou um porto seguro de areia e desmorono facilmente. Quando me disseram que era preciso amar como se não houvesse o amanhã se esqueceram que eu amo muito hoje e que amanhã amarei ainda mais. Então, por favor, não me tirem o futuro ao lado de quem eu quero bem.
Não, eu não vou me despedir de ninguém. Eu aprendi a sambar com música clássica, a sorrir quando se quer chorar e a me esconder quando sofro.
Acontece que nessa brincadeira de esconde esconde a vida tem me achado sempre fazendo com que eu encare meu maior medo, crescer.
Existem olhos que a gente não esquece, companhias insubstituiveis e perfumes inconfundiveis.
Não, ninguém vai levar o que é meu. Minhas lembranças, minhas histórias. Tempo me deixe em paz, saudade vá dormir...
Eu seguro minhas lágrimas para não mostrar o que estou sentindo. Não é fácil me fazer chorar. Lua guarde minhas lembranças. O tempo da inocencia passou...
Crescer doi. Principalmente quando as mudanças são impostas.
O que se faz quando seu sofrimento vai fazer o outro sofrer ainda mais?
Sou um porto seguro de areia e desmorono facilmente. Quando me disseram que era preciso amar como se não houvesse o amanhã se esqueceram que eu amo muito hoje e que amanhã amarei ainda mais. Então, por favor, não me tirem o futuro ao lado de quem eu quero bem.
Não, eu não vou me despedir de ninguém. Eu aprendi a sambar com música clássica, a sorrir quando se quer chorar e a me esconder quando sofro.
Acontece que nessa brincadeira de esconde esconde a vida tem me achado sempre fazendo com que eu encare meu maior medo, crescer.
Existem olhos que a gente não esquece, companhias insubstituiveis e perfumes inconfundiveis.
Não, ninguém vai levar o que é meu. Minhas lembranças, minhas histórias. Tempo me deixe em paz, saudade vá dormir...
Eu seguro minhas lágrimas para não mostrar o que estou sentindo. Não é fácil me fazer chorar. Lua guarde minhas lembranças. O tempo da inocencia passou...
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